Celebrado pelos chavistas, o dia 23 de janeiro será um dia simbólico para a democracia venezuelana, porque se comemora a queda, em 1958, da ditadura do general Marco Pérez Jiménez. A aliança opositora havia convocado uma marcha para esse dia para questionar a manutenção do vice-presidente Nicolás Maduro ante a ausência de Hugo Chávez, que permanece em Cuba para tratamento de um câncer.
Página/12
Buenos Aires - Logo após o chavismo anunciar uma mobilização no mesmo dia em que a direita previa manifestar-se contra o governo bolivariano, o grupo opositor Mesa de Unidade Democrática (MUD) disse que “para evitar uma confrontação” não marchará pelas ruas, mas apenas fará uma concentração em um ponto ainda não definido de Caracas.
O secretario-executivo da MUD, Ramón Guillermo Aveledo, destacou que a concentração “dará uma visão do presente e do futuro de nosso país” e “ratificará o compromisso com uma Venezuela sem divisões, sem exclusões ou discriminações”.
O dia 23 de janeiro será um dia simbólico para a democracia venezuelana porque se comemora a queda, em 1958, da ditadura do general Marco Pérez Jiménez. A aliança opositora havia convocado uma marcha para esse dia para questionar a manutenção do vice-presidente Nicolás Maduro ante a ausência de Hugo Chávez, que permanece em Cuba para tratamento de um câncer.
A coalizão de direita afirma que a constituição do país exige a substituição do mandatário em caso de ausência, o que foi contestado pela corte superior de justiça. A posse deveria ter ocorrido em 10 de janeiro, mas os magistrados disseram que é legal aguardar o retorno de Chávez de Cuba.
O secretario-executivo da MUD, Ramón Guillermo Aveledo, destacou que a concentração “dará uma visão do presente e do futuro de nosso país” e “ratificará o compromisso com uma Venezuela sem divisões, sem exclusões ou discriminações”.
O dia 23 de janeiro será um dia simbólico para a democracia venezuelana porque se comemora a queda, em 1958, da ditadura do general Marco Pérez Jiménez. A aliança opositora havia convocado uma marcha para esse dia para questionar a manutenção do vice-presidente Nicolás Maduro ante a ausência de Hugo Chávez, que permanece em Cuba para tratamento de um câncer.
A coalizão de direita afirma que a constituição do país exige a substituição do mandatário em caso de ausência, o que foi contestado pela corte superior de justiça. A posse deveria ter ocorrido em 10 de janeiro, mas os magistrados disseram que é legal aguardar o retorno de Chávez de Cuba.
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