quinta-feira, 31 de julho de 2014

Assentamento Fazenda Larga exemplifica sucesso da agricultura familiar

A 70 quilômetros de Brasília, o assentamento rural Fazenda Larga exemplifica o sucesso da agricultura familiar, que em 2014 comemora seu Ano Internacional. O local existe desde 2003, mas servia apenas para moradia. Depois de receber estrutura com financiamentos estaduais e federais, as 79 famílias passaram a ter condições de produzir frutas e hortaliças, tanto para consumo próprio quanto como fonte de renda.

O Fazenda Larga fica no Núcleo Rural Piriripau, em Planaltina (DF), e na área total de 500 hectares, cerca de 130 servem para produção. Os agricultores familiares do assentamento, criado originalmente para realocar moradores do Parque Sucupira, conseguiram os recursos, através de bancos públicos, para aprimorar a produção, além de comprar equipamentos, veículos e sistemas de irrigação.
Um dos agricultores familiares com plantio mais produtivo do assentamento é Zaqueu Barbosa. Ele mora no local há um ano, ao lado da esposa Jalene e do irmão Jacó, onde construiu 21 estufas para o cultivo de alimentos. No último ciclo, eles colheram mais de 72 toneladas de pimentão, 32 toneladas de tomate e, nas entressafras, 14 toneladas de pepino, vendidas para cooperativas e em mercados no Distrito Federal.
“A princípio, montei as dez estufas para plantar só pimentão. Mas como o pimentão é uma safra de uma cultura só por ano, porque o período dele produtivo é longo, não tem como fazer duas culturas num ano só. Aí eu montei mais 11 estufas para poder fazer toimate, que dá pra fazer até dois ciclos por ano. Além de plantar, dá tirar e plantar pepino, e depois voltar com tomate. Então pra não ficar sem capital, optamos pelas duas culturas”, explicou.
Zaqueu também defendeu as qualidades da agricultura familiar com base no próprio exemplo. Ele colheu toda essa quantidade de pimentão, pepino e tomate em uma área de apenas cinco hectares, numa produção de alimentos com boa qualidade por conta do plantio em estufas. A expectativa agora é crescer mais, aproveitando as boas condições de estrutura e recursos financeiros.
“A vida no campo está bem mais valorizada do que antes. Tem mais recursos. Antigamente tinha pouca tecnologia, para vencer através do campo era difícil. Hoje tem mais facilidade. Se tiver um certo conhecimento e coragem, porque é trabalhoso. Com o avanço da tecnologia que se tem hoje, o produtor vive tranquilo da roça”, comenta Zaqueu.
Nessa sexta-feira (25), o assentamento recebeu a visita do ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto. A pasta investe no fortalecimento da agricultura familiar através de programas para custeio das safras, fornecendo assistência técnica, financiando a estrutura nas plantações e até na compra dos alimentos.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Compras públicas para educação fomentam a inovação no setor, defende Finep

  • 30/07/2014 14h35
  • Rio de Janeiro
Vinícius Lisboa, repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger
As compras públicas para o setor de educação no Brasil precisam ser usadas como mobilizadores da inovação, defendeu hoje (30) o diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Para Fonseca, como o investimento em educação tende a crescer, o Estado pode fomentar a inovação com mecanismos específicos, como fazem os ministérios da Saúde e da Defesa.
"A Defesa tem a margem de preferência para as empresas que estão produzindo inovações. A Saúde tem mecanismos de aquisição privilegiada de empresas que estão fazendo produtos de interesse do SUS, com toda uma trajetória em que consegue apoiar e garantir a compra para as empresas".
Segundo ele, está em estudo um edital conjunto entre a Finep e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para conectar a inovação às compras públicas e o que pode ser usado até o momento para a inovação são os mecanismos de crédito e subvenção econômica da empresa pública.
"O Estado é muito importante na economia e, para além disso, a gente tem no setor de educação, o Estado como o grande comprador", disse Fonseca ao participar hoje da abertura do 1º Workshop de Inovação em Educação. "Pra gente conseguir introduzir inovação e fomentar uma economia mais inovadora é fundamental que esse Estado comprador possa absorver as inovações que chegam", concluiu.
O evento acontece na sede da Finep, na zona sul do Rio de Janeiro.

Dona de casa de família de baixa renda paga menos a Previdência Social

30/07/2014 16:55

Inscrição pode ser realizada por meio do telefone 135
De Maceió (AL)- Qualquer pessoa, mulher ou homem, sem renda própria que realize o trabalho doméstico na própria residência pode se filiar à Previdência Social como segurado facultativo de baixa renda. Para isso basta que a família esteja inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e tenha renda mensal de até dois salários mínimos (hoje, R$ 1.448). A alíquota de contribuição previdenciária é de apenas 5% do salário mínimo (R$ 36,20) por mês.

A inscrição pode ser realizada por meio do telefone 135. O segurado facultativo de família de baixa renda não pode ter nenhum rendimento e a renda familiar não pode ultrapassar o limite estabelecido na legislação de até 2 salários mínimos vigentes.Com essa contribuição reduzida, esses segurados têm direito a aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade e, seus dependentes, pensão por morte e auxílio-reclusão. O único benefício que não tem direito é a aposentadoria por tempo de contribuição.

Para ser enquadrado como dona(o) de casa de baixa renda é necessário que no Cadastro Único para Programas Sociais conste que a pessoa não tenha renda. Se tiver, por menor que seja, não será enquadrada como facultativo de baixa renda no cadastro da Previdência Social. Assim, os recolhimentos efetivados com a contribuição de 5% do salário mínimo não darão direito aos benefícios.

Acerto - As pessoas que contribuem na categoria de dona de casa de família de baixa renda, mas não atendem aos requisitos estabelecidos como: pertencer a família inscrita no CadÚnico, não exercer atividade remunerada e a renda familiar ser de até dois salários mínimos devem fazer o acerto de contribuição, ou seja, pagar a diferença para completar a alíquota de 11% ou 20%. Esse atendimento para o acerto no cadastro e o cálculo da diferença que deve ser paga pode ser agendado pelo telefone 135 ou internet (www.previdencia.gov.br).

Outras donas de casa - A dona de casa que não seja de família de baixa renda, mas também não tem renda própria e que se dedique exclusivamente ao trabalho doméstico, no âmbito de sua residência, também pode contribuir para o INSS. Esse pagamento pode ser de 20% sobre o salário mínimo até o limite de R$ 4.390,24 ou de 11% do salário mínimo. Essa alíquota de 11% também garante a dona de casa direito a todos os benefícios, exceto a aposentadoria por tempo de contribuição.Em caso de dúvida, pode ligar para o telefone 135, de segunda a sábado, das 7h às 22h. A ligação é gratuita de telefones fixos e públicos. Se originada de celular, o custo é de uma chamada local. (SCS INSS/AL)

Rejeitada pelo público, “Fórmula 1″ amarga baixa audiência

Publicado ontem às 12h00 por Arthur Vivaqua

 
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Felipe Massa não empolga os brasileiros
Felipe Massa não empolga os brasileiros
Considerada uma das maiores paixões nacionais nas décadas de 80 e 90, a Fórmula 1 tem perdido prestígio junto ao público brasileiro devido ao declínio de nossos pilotos.
Detentora oficial dos direitos de transmissão da modalidade, a Globo tem sofrido com os reflexos desta queda e vê a audiência de suas transmissões despencar anualmente, principalmente nas manhãs de sábado, dia do treino que define o grid de largada do GP do dia seguinte.
Para estancar a perda de audiência, a emissora optou por transmitir apenas a parte final do treino, mas a estratégia não deu certo. Segundo o colunista Flávio Ricco, a transmissão do treino oficial do GP da Hungria no último sábado (26) marcou 4.8 pontos de audiência, contra 7.2 da Record e 5.3 do SBT.
Ao fim do treino, a Globo recuperou a liderança ao exibir a ‘TV Globinho”, mostrando que parte do público abandonou a emissora somente durante a transmissão automobilística.

SUS vai vacinar crianças contra hepatite A

  • 29/07/2014 17h23
  • Brasília
Da Agência Brasil Edição: Luana Lourenço
O Ministério da Saúde anunciou hoje (29) a inclusão da vacina contra o vírus da hepatite A no calendário nacional de vacinação do Sistema Único de Saúde, a partir deste mês.
O público-alvo, de acordo com o ministro Arthur Chioro, são crianças de 1 ano até 1 ano e 11 meses. A meta é imunizar 95% deste público em um ano, cerca de 3 milhões de crianças. Com a inclusão da vacina, o objetivo é prevenir e controlar a hepatite A gradativamente.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, anuncia a introdução de uma nova vacina no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS)(Antonio Cruz/Agência Brasil)
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, anuncia a introdução da vacina contra hepatite A no calendário nacional de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) Antonio Cruz/Agência Brasil
O ministério investiu R$ 111 milhões na compra de 5,6 milhões de doses neste ano. Para o início da vacinação, já foram distribuídas 1,2 milhão de doses para os estados e municípios. O restante será distribuído gradualmente entre os meses de agosto e setembro.
Este mês, a vacina contra a hepatite A já está disponível nas unidades de saúde de 11 estados – Acre, Rondônia, Alagoas, Ceará, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal, segundo o ministério.
Vacinação contra sarampo
O Ministério da Saúde anunciou a inclusão da vaicna contra a hepatite A no calendário de vacinação para crianças de 1 ano até 1 ano e 11 mesesValter Campanato/Arquivo/Agência Brasil 
No mês de agosto, a vacina chegará ao Amazonas, Amapá, Tocantins, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Pará, a Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Santa Catarina, à Bahia e Paraíba. Já nos estados de Roraima, São Paulo e do Paraná, a imunização ocorrerá no mês de setembro.
Chioro disse que crianças que estiverem fora do público-alvo não serão vacinadas.
"A escolha da faixa etária é feita em cima de estudos técnicos exatamente por conta do período em que a criança terá capacidade de resposta imunológica pra se proteger contra a vacina. A partir de uma certa idade já é muito provável que a criança tenha entrado em contato com o vírus, então a recomendação do comitê técnico da Organização Mundial da Saúde [OMS] foi a introdução da vacina exatamente nesta faixa etária", disse Chioro.
A hepatite A é uma doença que atinge o fígado. De acordo com a OMS, a cada ano, ocorrem cerca de 1,4 milhão de casos no mundo.
De acordo com o Ministério da Saúde, 151.436 casos da doença foram registrados no Brasil entre os anos de 1999 e 2013. No período entre 1999 e 2012, 761 pessoas morreram por causa da doença.

O berço da boa comida italiana


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Por Maria da Paz Trefaut | Para o Valor, de Emilia Romagna
Divulgação / Divulgação
Com receita desenvolvida por monges beneditinos, o Parmigiano Reggiano é feito na região desde a Idade Média e segue como produto artesanal
Com os termômetros acima de 300 C na maior parte dos dias, a região da Emilia Romagna, no Norte da Itália, vive um verão seco. Foi nessa paisagem que, na década de 1970, Bernardo Bertolucci filmou o épico "1900", para retratar o início de um século no qual os conflitos entre camponeses e proprietários de terra ocupavam o primeiro plano do confronto ideológico. Hoje, na Europa em crise, o desemprego é a questão. E o Valle del Cibo ou Food Valley, como o chamam os ingleses, é o coração agroindustrial da região e produz € 30 bilhões em alimentos por ano.
A natureza é dócil, com animais estabulados e cada centímetro de terra ocupado. Estradas sinuosas contornam as colinas, povoadas por casas de dois andares, típicas da arquitetura rural italiana, que variam do ocre ao laranja. Há grandes empresas, multinacionais, mas não desapareceu o espaço para pequenos produtores que reproduzem o saber milenar, ainda de forma artesanal. Com seu ar provinciano, Parma é a capital do vale (Bolonha é a da Emilia Romagna) e conserva a quintessência da cultura gastronômica em pequenos restaurantes, lojas gourmet e enotecas.
Na disputa regional que os italianos travam sobre quem tem a melhor mesa, a Emilia Romagna ocupa um lugar respeitável. Berço da gastronomia da "Bota", de lá vêm alguns ingredientes que fazem a Itália celebrada: o presunto de Parma, o "culatello", o queijo parmigiano reggiano e o aceto balsâmico tradicional de Modena. Há também quem ache que tudo isso se harmoniza com Lambrusco, o vinho local, adocicado e frisante, que é campeão de vendas em muitos países, inclusive Brasil, onde se comercializam os mais baratos. Mas o Lambrusco, mesmo o melhor, é polêmico.
Regras rigorosas da União Europeia normatizam a fabricação desses produtos com Denominação de Origem Protegida (DOP), que só podem usar esse nome quando produzidos na área geográfica demarcada. Isso não impede que muitos tenham se propagado pelas levas de imigrantes que ganharam o mundo a partir do século XIX. Foi por intermédio deles, e de imitações locais, que os brasileiros conheceram o parmesão e o presunto cru "de Parma".
Não é em qualquer lugar que as vacas leiteiras são mimadas com música erudita no estábulo para combater o estresse. Pois essa é uma das técnicas utilizadas nos arredores de Parma para obter uma melhor qualidade de leite para a produção do Parmigiano Reggiano. Com uma receita desenvolvida por monges beneditinos, o queijo é feito na região desde a Idade Média e, com poucas alterações, segue como produto artesanal. Ao acompanhar sua elaboração, dá para entender por que custa tão caro.
Dezesseis litros de leite são precisos para fazer 1 kg de queijo. Apesar dos equipamentos atuais, grande parte do processo é manual e o investimento para maturação, alto. O envelhecimento pode durar 24 meses ou mais. Na câmara de maturação do Caseificio La Traversetolese, por exemplo, onde as formas ficam numa temperatura de 160 C e são escovadas todos os dias para não criar mofo, há um patrimônio de € 8 milhões em queijos.
Os cuidados com o presunto de Parma também começam no campo, com a alimentação dos porcos. Ao entrar no frigorífico, as peças selecionadas são massageadas com sal para retirar eventuais coágulos e tornar a carne macia. Depois da passagem por várias câmeras frigoríficas, com umidade controlada, o processo de cura demora no mínimo um ano. Mas a grande sensação regional é o "culatello", um parente nobre do presunto, feito da melhor parte do pernil. É uma fração sem osso, extremamente tenra, pouco conhecida no Brasil, que é servida em fatias finíssimas.
Verdadeira iguaria, o "culatello di Zibello" só pode ser produzido em comunidades às margens do rio Pó. Há apenas 12 produtores credenciados e um deles são os irmãos Massimo e Luciano Spigarolli. Eles maturam as peças na Antica Corte Pallavicina, um castelo transformado em Relais & Châteaux. Na cave onde é feito o envelhecimento, há "culatellos" reservados para os chefs Alain Ducasse e Massimo Bottura, para o restaurante francês Troisgros e até para o príncipe Albert de Mônaco. Cada peça tem particularidades e tempo maior ou menor de cura, diz Luciano. O preço, porém, é salgado. Começa em € 60, mas pode chegar a € 130 o quilo, quando produzido com porco preto. Em São Paulo, há "culatello" à venda na Casa Santa Luzia por R$ 530 o quilo.
Outro produto regional, o vinagre balsâmico ou aceto de Modena também não chega ao Brasil na sua melhor versão. O que conhecemos por esse nome é um vinagre industrial, produzido em Modena. O verdadeiro é um produto artesanal, feito com o mosto da uva "trebbiano", típica da região e que mesmo lá era tão valorizado que, no passado, servia como presente em casamentos ou nascimentos. Nas "acetaias", esse aristocrata dos vinagres envelhece em barris de vários tipos de madeira (especialmente cerejeira ou carvalho) para agregar aromas diferentes. Os vidros seguem formatos específicos, que indicam o tempo de envelhecimento. O preço alcança valores exorbitantes - a garrafa de 100ml do "extravecchio" produzido pela Villa San Donnino e envelhecido 25 anos custa € 85.
Em Parma, a todos esses ingredientes se soma a presença da Barilla, que além de ter ali a maior fábrica de massa do mundo, criou um centro para difusão da gastronomia italiana com cursos e uma biblioteca com 8.000 livros e cerca de 3 milhões de receitas. Esse complexo não é só dedicado à arte da comida. Inclui um hotel e uma sala de concertos, que foram redesenhados nas antigas instalações da fábrica, num projeto do arquiteto Renzo Piano.
Além da mesa, outro motivo que leva turistas a Parma é a música. Foi em suas imediações que nasceu o compositor Giuseppe Verdi (1813-1901). Por conta disso, a tradição da ópera, dos concertos e até de espetáculos de jazz em castelos, segue viva. O bom é que, em nome de Verdi, música e comida se misturam. Vários livros foram editados sobre as receitas, os aromas preferidos e os saberes culinários do compositor. Consta que ele era aficionado pelo "culatello" e sua casa, um verdadeiro laboratório de alta alquimia pantagruélica.
A jornalista viajou a convite da Barilla e da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Agricultura


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Enviada do meu iPad

Colhendo o sol


postado há 21 horas e 44 minutos atrás

Por Antonio Roque Dechen, membro do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS), professor da Esalq/Usp e presidente da Fundação Agrisus

No dia 28 de julho comemoramos o Dia do Agricultor, uma justa homenagem àqueles que no dia a dia, sob sol e chuva, dedicam-se à nobre missão de produzir alimentos.

É pequeno o reconhecimento da população urbana para as atividades do agricultor, é muito cômodo e simples irmos às feiras livres, quitandas e supermercados e escolhermos os alimentos para o nosso dia-a-dia, não nos preocupamos e nem avaliamos o tempo e as dificuldades enfrentadas pelos produtores para disponibilizar esses alimentos.

Foto: Érico Hiller/ Café Editora
 
Foto: Érico Hiller/ Café Editora

Nunca avaliamos as dificuldades daqueles que na difícil atividade de campo, antes do raiar do sol já estão a postos para cuidar da sua árdua missão de produzir alimentos.

São nobres guerreiros que diariamente vão à luta, plantando, cultivando e colhendo alimentos e com isso cultivando a paz, pois o combate à fome é um dos principais fatores de segurança e qualidade de vida.

O Brasil é hoje mundialmente estratégico graças ao seu potencial de produção de alimentos, temos terras, temos sol o ano todo, água, e principalmente os heróis anônimos que diariamente trabalham e colhem a energia do sol e a transformam em uma expressiva produção de alimentos que são colocados em nossas mesas.

Nossos cumprimentos aos milhões de heróis anônimos, que ao plantar as sementes que irão usar a energia do sol na produção de alimentos, colhem também os efeitos do sol em suas vidas.

Lembrando um dos versos do Poema do Milho de Cora Coralina: “Em qualquer parte da terra, um homem estará sempre plantando, recriando a vida, recomeçando o mundo”.

Nosso reconhecimento ao agricultor brasileiro pela nobre missão de cultivar e conservar o solo, garantindo a sustentabilidade do ambiente e a existência humana.

Obrigado agricultor, pelo seu trabalho, pelo alimento e por nos garantir a vida.