Foto-Ali Hashisho/Reuters
Neste último sábado (5), o Tribunal Militar proferiu a pena de morte a um coronel aposentado libanês por colaborar com Israel.
Ghassan al-Jidd, recebeu a pena máxima, porque era Coronel do Exército libanês, e defender a pátria era seu dever.
Segundo ao Hezbollah, Ghassan al-Jidd também é suspeito de envolvimento no assassinato de Rafik Hariri.
O líder do grupo Hezbollah, afirmou que antes do ataque, Ghassan estava presente perto da cena, justamente onde o ex-primeiro ministro Rafik Hariri foi assassinado.
Paralelamente, Khatib Asaad, um palestino que vive no Líbano, foi condenado a 10 anos de prisão, por acusações semelhantes, relacionadas a espionagem. Por razões financeiras, muitos libaneses, palestinos e sírios acabam se tornando fontes de informação da Mossad.
Israel tem monitorado o Líbano, de diversas maneiras, também na semana passada, um veículo do exército israelense se aproximou da Linha Azul (barreira estipulada pela ONU para manter a segurança entre as fronteiras), subiram cerca de 7 metros e fotografaram um posto do Exército libanês.
No mesmo dia, um barco militar israelense entrou em águas libanesas por um breve período e dois jatos israelenses sobrevoaram o espaço aéreo libanês, o que é pela ONU, uma violação da Resolução 1701.
Chadia Kobeissi
Gazeta de Beirute
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