sexta-feira, 20 de julho de 2012

El Salvador foi, a partir de parte do século passado, um dos países produtores de café de maior qualidade e de prestígio internacional


El Salvador foi, a partir de parte do século passado, um dos países produtores de café de maior qualidade  e de prestígio internacional. Inclusive, o café salvadorenho, juntamente com o guatemalteco e hondurenho, pautavam os padrões para estabelecer as qualidades dos chamados "outros suaves" no mercado global. Há 20 anos, o país produzia facilmente 4,3 milhões de quintais (3,30 milhões de sacas).
No entanto, o parque cafeeiro foi sistematicamente envelhecendo e sendo descuidado e agora apenas se projeta uma safra ao redor de 2 milhões de quintais (1,53 milhão de sacas) para essa importante origem. Países como Honduras, que se posicionavam atrás no grid dos produtores de café, hoje estão na vanguarda.
Os hondurenhos conseguiram triplicar sua produção em três an os, tendo conseguindo, inclusive, superar os problemas da bianualidade das lavouras e os pequenos produtores conseguem ter na cultura uma fonte eficiente de subsistência. Neste ano cafeeiro de 2011/2012 a nação espera contar com uma produção de 6 milhões de quintais (4,6 milhões de sacas), sendo que toda a região da América Central deve contar com uma safra de 16,5 milhões de sacas.
O café gerou para El Salvador receitas de 464 milhões de dólares, no ano passado, sendo que neste ano deve ter uma queda considerável, de cerca de 200 milhões de dólares, já que a produção deverá recuar para apenas 1,4 milhões de quintais (1,07 milhão de sacas). O grão tocou, há pouco mais de um ano, um dos seus melhores níveis de preço, em 300 dólares, porém agora o café com entrega imediata gira  aol redor de 182,00 dólares para o quintal (saca de 46 quilos).


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