Quem aprecia o artesanato já tem um local certo onde pode encontrar peças variadas produzidas no Espírito Santo. O espaço ‘Agricultura em Movimento’, localizado no Hortomercado, em Vitória, está com uma exposição de produtos de 12 associações capixabas de artesãos, com destaque para os trabalhos feitos de material reciclável, como garrafas PET, madeira e tecidos.
A criação do espaço é uma iniciativa conjunta da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas e do Empreendedorismo (Aderes), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Federação de Artesanato do Espírito Santo (Feartes). “Otimizamos um espaço privilegiado para valorizar o artesanato e as atividades culturais existentes no Estado. Todas as associações com atuação no setor terão oportunidade de expor seus produtos, o que pode gerar crescimento e renda”, destaca o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli.
As peças feitas a partir de produtos recicláveis dão um toque de beleza e modernidade ao ambiente, com muitas novidades ligadas à decoração. Quem coordena a exposição é a artesã Walma Rodrigues, da Associação Olhar ao Redor. Atualmente, 12 associações já expõem obras no espaço e outros 13 grupos já demonstram interesse em participar.
“O artesanato serve como terapia, pois além de estimular a criatividade nas obras ainda se torna fonte de renda para as famílias. Antigamente, não havia espaço para divulgar o artesanato e a parceria com a Seag vai proporcionar mais referência à atividade aqui no Espírito Santo. O local virou uma vitrine para as obras artesanais”, ressaltou Walma.
Na exposição é possível encontrar peças confeccionadas por índios do município de Aracruz, como casacos, arco e flecha, além de outros produtos feitos de materiais reciclados. “Muitos turistas internacionais têm procurado nosso trabalho aqui no espaço e a panela de barro é nosso cartão postal. Os artesãos produzem peças fazendo referência a símbolos do Espírito Santo, como o colibri, o marlim azul e a panela de barro. Isso acaba valorizando nossa cultura e levando as referências do Estado para vários lugares do mundo, como Alemanha, Japão, Espanha, Estados Unidos, dentre outros”, completa a artesã.
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