Adital
A esquerda paraguaia assegurou hoje que o atual processo eleitoral se converteu em uma verdadeira guerra entre máfias e destacou seu enraizamento por denunciados contra crimes de corrupção e do controle das mesas de votação.
Tanto o destituído presidente constitucional, Fernando Lugo, como o candidato a chefe de Estado pela Frente Guasú, Aníbal Carrilo, enfatizaram os últimos acontecimentos relacionados com os partidos políticos tradicionais que ganharam espaço nos meios de difusão.
Lugo mencionou a integração das mesas de votação apenas com representantes das organizações políticas tradicionais, especialistas, segundo apontou, no manejo da contagem de votos como uma herança dos 61 anos de presença do partido Colorado no governo.
Um pacto de última hora realizado com promessas de participação em cargos durante um futuro governo permitirá uma aliança entre o Partido Radical Autêntico e a União Nacional dos Cidadãos Éticos, conhecida como Unace, controlar duas de cada três mesas.
Essa polêmica, avivada também pelos contínuos sinais do uso de recursos do Estado e de fundos resultantes de operações escusas de venda e compra de terrenos divulgados nos últimos dias, são os elementos que Carrilo afirmou como um enfrentamento entre máfias.
O aspirante presidencial pela Frente Guasú, coalizão de partidos e organizações sociais, criticou aos políticos que lidam com recursos da nação da direita e esquerda e pediu para submetê-los à justiça para investigação.
Eles se transformaram em peças perigosas manipulando o fim último da política que é servir ao público, levantou ao se referir aos negócios apontados como ilícitos e realizados por representantes máximos dos partidos tradicionais, com terras cujo destino devia ser a reforma agrária.
Os intensos debates e as dúvidas por uma eventual atuação parcial dessas organizações nas mesas eleitorais encarregadas da contagem de votos, se multiplicaram a apenas 15 dias das votações que renovarão as estruturas executivas e legislativas do Estado.
A notícia é de PL
Tanto o destituído presidente constitucional, Fernando Lugo, como o candidato a chefe de Estado pela Frente Guasú, Aníbal Carrilo, enfatizaram os últimos acontecimentos relacionados com os partidos políticos tradicionais que ganharam espaço nos meios de difusão.
Lugo mencionou a integração das mesas de votação apenas com representantes das organizações políticas tradicionais, especialistas, segundo apontou, no manejo da contagem de votos como uma herança dos 61 anos de presença do partido Colorado no governo.
Um pacto de última hora realizado com promessas de participação em cargos durante um futuro governo permitirá uma aliança entre o Partido Radical Autêntico e a União Nacional dos Cidadãos Éticos, conhecida como Unace, controlar duas de cada três mesas.
Essa polêmica, avivada também pelos contínuos sinais do uso de recursos do Estado e de fundos resultantes de operações escusas de venda e compra de terrenos divulgados nos últimos dias, são os elementos que Carrilo afirmou como um enfrentamento entre máfias.
O aspirante presidencial pela Frente Guasú, coalizão de partidos e organizações sociais, criticou aos políticos que lidam com recursos da nação da direita e esquerda e pediu para submetê-los à justiça para investigação.
Eles se transformaram em peças perigosas manipulando o fim último da política que é servir ao público, levantou ao se referir aos negócios apontados como ilícitos e realizados por representantes máximos dos partidos tradicionais, com terras cujo destino devia ser a reforma agrária.
Os intensos debates e as dúvidas por uma eventual atuação parcial dessas organizações nas mesas eleitorais encarregadas da contagem de votos, se multiplicaram a apenas 15 dias das votações que renovarão as estruturas executivas e legislativas do Estado.
A notícia é de PL
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