Adital
Em meio às atividades comemorativas do Dia Nacional da Memória pela Verdade e Justiça, foi inaugurada no Museu da Memória (Córdoba 2019), em Rosario, Argentina, a mostra "Quando as paredes falam”, quel poderá ser visitada até o dia 25 de junho.
A mostra fotográfica, produzida pela equipe do Museu da Memória, se trata de um apanhado de grafites, pinturas e lemas que contam a história política e social recente do nosso país.
As paredes de nossas cidades falam, dizem. Sobre suas superfícies, a rebeldia ou a impotência deixam marcas e pegadas, na forma de imagens ou frases. Como poucos espaços da cidade, muros e paredes urbanas podem ser vistas como prodigiosos mapas de nosso presente no que a sociedade interpela ao poder, seja este político, econômico ou religioso.
Esta mostra reúne imagens de muros e paredes argentinas ao longo de quase meio século. De chamadas para a luta armada nos anos setenta a demanda para a apresentação ao vivo dos desaparecidos no alvorecer da democracia. Dememórias dos motins urbanos de 68 a 2001 com sua carga de assassinatos nas praças de Rosario e Buenos Aires. Um palimpsestovisual em que é possível observar a espessura dos debates e lutas que passaram e passam pornossa sociedade.
Não estão aqui todos os chamados para a rebeldia e nem todas as reivindicações, mas é em cada uma das imagens seleccionadas, a espessura do tempo histórico em que cada um deles foi capturada nas paredes e murosde nossas cidades.
A mostra fotográfica, produzida pela equipe do Museu da Memória, se trata de um apanhado de grafites, pinturas e lemas que contam a história política e social recente do nosso país.
As paredes de nossas cidades falam, dizem. Sobre suas superfícies, a rebeldia ou a impotência deixam marcas e pegadas, na forma de imagens ou frases. Como poucos espaços da cidade, muros e paredes urbanas podem ser vistas como prodigiosos mapas de nosso presente no que a sociedade interpela ao poder, seja este político, econômico ou religioso.
Esta mostra reúne imagens de muros e paredes argentinas ao longo de quase meio século. De chamadas para a luta armada nos anos setenta a demanda para a apresentação ao vivo dos desaparecidos no alvorecer da democracia. Dememórias dos motins urbanos de 68 a 2001 com sua carga de assassinatos nas praças de Rosario e Buenos Aires. Um palimpsestovisual em que é possível observar a espessura dos debates e lutas que passaram e passam pornossa sociedade.
Não estão aqui todos os chamados para a rebeldia e nem todas as reivindicações, mas é em cada uma das imagens seleccionadas, a espessura do tempo histórico em que cada um deles foi capturada nas paredes e murosde nossas cidades.
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