terça-feira, 29 de maio de 2012

MUNIZ FREIRE QUER FALAR COM SEUS FILHOS E FILHAS

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Idaf se reúne com sindicatos rurais do Espírito Santo


A diretora-presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), Lenise Loureiro, participou de reunião, na manhã desta segunda-feira (28), com representantes dos sindicatos rurais do Estado, na sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (Faes). Durante o encontro, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer as perspectivas do Idaf para o ano de 2012.

Piscicultores do Espírito Santo recebem 266 tanques-rede


 Piscicultores e agricultores familiares participaram da entrega de 266 tanques-rede, realizada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) nesta segunda-feira (28). A iniciativa irá beneficiar 20 entidades de produtores de 16 municípios capixabas, que contarão com o apoio do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) na execução do projeto.

Na ocasião, as entidades beneficiadas com o projeto de fomento para o desenvolvimento da aquicultura no Espírito Santo assinaram o termo de permissão de uso dos tanques-rede. Os beneficiários terão o período de cinco anos para desenvolver a atividade em suas propriedades.

De acordo com o Superintendente do Ministério da Pesca e Aquicultura no Espírito Santo, Cledson Felippe, a entrega dos tanques-rede é importante para iniciar os arranjos produtivos na área da pesca. “A iniciativa visa aproveitar o potencial aquícola do estado, promovendo o aprendizado e familiaridade com os tanques-rede. Além disso, o incentivo à piscicultura no meio rural busca diversificar os alimentos consumidos no campo e ampliar a fonte de renda para os agricultores”, afirmou Cledson.

A entrega dos tanques-rede também é considerada uma iniciativa relevante devido ao bom potencial do Espírito Santo para a pesca. “O eixo Abrolhos-Trindade, no litoral capixaba, possui um elevado índice de biodiversidade e a produção de pescado é feita há séculos. O desafio é buscar políticas de manutenção dos estoques pesqueiros e desenvolver conhecimento e pesquisa em torno do tema”, afirmou Cledson. Diante disso, é que o campus de Piúma do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e o Centro Universitário Norte do Espírito Santo (Ceunes) receberão 20 tanques-rede cada para desenvolver estudos sobre a domesticação de peixes marinhos.

Para o representante do assentamento Tomazine em Santa Teresa, Dimas Melo, o recebimento dos tanques-rede irá contribuir para ampliar a renda das famílias assentadas. “Possuímos uma represa no assentamento e estamos iniciando a experiência com o recebimento de seis tanques. Esperamos produzir para o consumo interno, mas também para a venda”, afirmou Dimas. Ele também disse que o que motivou a participação no projeto foram as políticas públicas de incentivo à piscicultura.

Os tanques-rede também irão beneficiar associações que já desenvolvem trabalho com a piscicultura, como é o caso das aldeias indígenas de Aracruz. Na localidade, serão entregues 24 tanques-rede. “Queremos avançar nossa produção de peixes para a comercialização, por meio do fornecimento para a merenda escolar e programas de compra de alimentos”, afirmou o coordenador do grupo de pesca da Aldeia Tupinikim Brasil Brasil, Valdir de Almeida Silva.

A partir da entrega dos tanques, os órgãos estaduais da rede agrícola irão acompanhar a execução do projeto. No caso do Incaper, haverá o acompanhamento dos beneficiários por meio da assistência técnica e extensão rural. “Iremos realizar atividades de capacitação dos beneficiados com os tanques, mas também com nossos técnicos que irão auxiliar no projeto. Iremos dar suporte a essa iniciativa no dia a dia do piscicultor”, afirmou a Coordenadora do Programa de Aquicultura e Pesca do Incaper, Juliana de Barros Valle.


Informações à Imprensa: Assessoria de Comunicação – Incaper Eduardo Brinco/Juliana Esteves/Luciana Silvestre Texto: Luciana Silvestre comunicacao@incaper.es.gov.br Tel: 3636-9865/3636-9868/9850-2210 Twitter: @incaper

Vidas de libaneses muçulmanos


Pesquisadora lança livro com entrevistas de famílias libanesas que imigraram para o Brasil no século 20.

Marcos Carrierimarcos.carrieri@anba.com.br
São Paulo – A professora de História da Ásia da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp), Samira Osman, vai lançar, no próximo dia 5, em São Paulo, o livro "Imigração árabe no Brasil: história de vida de libaneses muçulmanos e cristãos". O livro é resultado de entrevistas e pesquisas que ela fez na década de 90 para sua dissertação de mestrado. Agora, as histórias desses imigrantes deixam o centro acadêmico para ser conhecidas por toda a sociedade.

A ideia de estudar os libaneses muçulmanos e cristãos que vieram para o Brasil surgiu ainda na graduação. Osman observou que havia poucos estudos sobre a imigração dos libaneses ao Brasil e menos ainda de libaneses muçulmanos. "O que havia era de imigrantes cristãos. Na pesquisa vi que a história dos muçulmanos era pouco abordada". A partir daí ela desenvolveu o tema para dissertação de mestrado. Para isso, realizou entrevistas com imigrantes tanto muçulmanos como com cristãos e seus descendentes.

Divulgação Divulgação
Livro conta história dos imigrantes
Embora existam registros de muçulmanos libaneses no Brasil desde o começo do século 20, foi a partir da Segunda Guerra Mundial, segundo Osman, que eles vieram para o Brasil em maior quantidade. Alguns dos motivos que os trouxeram para cá foram a condição econômica e política do país e a necessidade dos muçulmanos em viver em conjuntos familiares mais numerosos. "Eles queriam viver juntos e precisavam de espaço para isso, o que não havia no Líbano. Encontraram no Brasil, então, o lugar ideal para viver", diz Osman.

O livro também mostra que os imigrantes libaneses muçulmanos se distribuíram em todas as regiões do País conforme os ciclos econômicos brasileiros. A concentração maior desses imigrantes, no entanto, está em São Paulo.

Nas entrevistas que fez com os imigrantes, Osman também descobriu que as mulheres tiveram uma presença maior na imigração muçulmana do que aquela observada entre os libaneses cristãos. "No caso dos cristãos, o papel da mulher era secundário. Já no caso dos muçulmanos, muitas vezes elas vinham com os homens, trabalhavam e também eram elas as responsáveis por cuidar da estrutura familiar, de manter as tradições culturais e os valores da religião", afirma a pesquisadora.

O trabalho de pesquisa não foi fácil, diz Osman, porque quase não havia documentação sobre estes imigrantes e porque, para elaborar as conclusões da dissertação, ela precisava analisar o conteúdo das entrevistas realizadas com as famílias para, então, criar o documento a partir delas. Por outro lado, o fato de ser descendente de libaneses ajudou a professora nas entrevistas. "Quando eu dizia que meu nome era Samira e que era descendente de árabes, eles ficavam confortáveis em falar comigo", recorda.

O livro poderia ter sido publicado antes, mas pouco depois de concluir a dissertação de mestrado Osman se dedicou à tese de doutorado, que trata do retorno de muitos imigrantes para o Líbano. O doutorado foi concluído em 2007. Os textos e registros disponíveis no exemplar que agora chega às livrarias não seguem o padrão técnico dos trabalhos acadêmicos. “Adaptei para que sejam compreendidos pelo leitor”, diz Osman.

Serviço

Livro: Imigração árabe no Brasil: história de vida de libaneses muçulmanos e cristãos
Editora: Xamã
Páginas: 215
Preço: R$ 32

O livro será lançado em 5 de junho, a partir das 17h, no auditório da Casa de Cultura Japonesa, na Avenida Professor Lineu Prestes, 159, na Universidade de São Paulo. Na ocasião também será lançado o livro "As mil e uma noites mal dormidas", de Murilo Meihy.

Embrapa patenteia técnica para modificar expressão de genes em café


            A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, a partir de duas de suas unidades - Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e Embrapa Café – patenteou uma técnica que promete aprimorar e agilizar o desenvolvimento de plantas geneticamente modificadas no Brasil. A patente foi depositada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial – Inpi no dia 9 de abril de 2012 com o nome de “Composições e métodos para modificar a expressão de genes de interesse”.
            A técnica se baseia no estudo de uma parte do gene, denominada promotor, que é responsável pela definição de onde, quando e em que condições as características desejadas vão se manifestar na planta. O objetivo é selecionar os promotores de interesse e disponibilizá-los em um catálogo de promotores para as instituições de pesquisa brasileiras. “Essa técnica pode resultar em benefícios imediatos na geração de plantas geneticamente modificadas”, explica a líder dos estudos, Juliana Dantas.
            Hoje, para desenvolver uma planta modificada geneticamente os cientistas normalmente utilizam promotores constitutivos. Isso significa que o gene que foi inserido no transgênico vai se manifestar em todas as partes da planta, em todas as etapas do desenvolvimento e independentemente das condições externas. Nessa situação, a planta gasta energia produzindo excessivamente uma proteína que não é necessária na planta inteira e o tempo todo. A nova tecnologia permite que o gene que foi inserido, se expresse apenas no endosperma - tecido de armazenamento que garante a nutrição do embrião em desenvolvimento - do fruto, a parte consumida do grão, da planta transformada. “Isso é útil para a introdução de características relacionadas à qualidade nutricional, características organolépticas (sabor, aroma, textura), por meio da alteração especificas no grão de café”, informa o pesquisador da Embrapa Café Luiz Filipe Pereira.
            No caso de o objetivo ser a obtenção de uma planta resistente a alguma praga, em que uma proteína tóxica ao inseto-alvo pode atingir populações de insetos benéficos, essa estratégia é bastante pertinente. A broca do café, por exemplo, é uma praga, um pequeno besouro que perfura o fruto e se instala justamente no grão do café para se reproduzir, comprometendo principalmente a qualidade. Um gene de resistência à broca pode ser comandado por um promotor específico com ação no fruto, como essa técnica patenteada pela Embrapa, e a proteína estará presente somente no grão. Populações de outros insetos que se alimentam nas folhas não seriam atingidas.
            O objetivo, a médio prazo, como afirma a pesquisadora Juliana, é chegar a um banco de promotores da Embrapa à disposição da ciência, o que ela acredita que deve acontecer em um período de aproximadamente cinco anos. “Esse banco, o qual será formado por promotores isolados e patenteados pela Embrapa, a partir de suas unidades distribuídas em todo o Brasil, vai garantir à Empresa independência tecnológica e agilidade no desenvolvimento de produtos geneticamente modificados”, destaca Dantas, lembrando que o banco vai contar com promotores específicos para todas as partes das plantas (raiz, caule e folha) e também promotores que sejam induzidos por seca e aumento de temperatura, levando em consideração aplicações de interesse para a agricultura brasileira, como resistência a pragas, tolerância à seca, altas temperaturas, aumento do valor nutricional e melhoria das propriedades organolépticas (sabor, aroma, textura). Assim, o gene que for inserido, se expressará apenas quando e aonde for necessário.
            Segundo Luiz Filipe, a nova tecnologia é uma alternativa para sistemas de expressão em organismos vegetais, podendo ser utilizada para a geração de novas cultivares e programas de melhoramento. "Deverá trazer benefícios econômicos, sociais, ambientais e de biossegurança associados à transformação genética. Ela pode favorecer a implementação de estratégias para aumentar o valor agregado do produto, seja na geração de cultivares mais adaptadas ao estresse ambiental, como também  visando à melhora na qualidade do produto".
            O resultado é fruto do trabalho liderado pela pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia Juliana Dantas de Almeida, com a participação do chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Mauro Carneiro, e dos pesquisadores: Mirian Eira, Leila Barros, Alan Andrade, Michelle Cotta, Felipe Rodrigues e Luiz Filipe Pereira. A pesquisa foi financiada pelo Consórcio Pesquisa Café, cujo programa de pesquisa é coordenado pela Embrapa Café com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – FUNCAFÉ.

Estudos preliminares podem impactar diretamente na melhoria da qualidade do café

             A primeira fase dos estudos, que culminou com o depósito da patente no INPI, começou em 2005 e teve como base o banco de dados do Genoma Café, que conta com mais de 200 mil sequências de DNA e 30 mil genes identificados como responsáveis pelos diversos mecanismos de crescimento e desenvolvimento da planta assim como genes de resposta a estresses bióticos e abióticos.
            Segundo Dantas, as pesquisas foram iniciadas com a busca de promotores específicos de frutos, folhas e raízes e o resultado final, ou seja, o promotor que foi patenteado é específico para o grão do café, que é a parte utilizada pela indústria alimentícia para a produção da bebida. “Por isso, é um resultado bastante promissor para grupos que desenvolvem pesquisas em prol da melhoria da qualidade do café no Brasil”, ressalta.
            Levando-se em consideração a importância desse produto para o país, que é o maior produtor mundial com 36% do mercado global e o segundo maior consumidor, atrás apenas dos EUA, a notícia é realmente animadora, pois pode auxiliar o desenvolvimento de plantas geneticamente modificadas de café com frutos de melhor qualidade e preços mais competitivos.
            Mais informações pelo telefone (61) 3448-4769 e pelo e-mail fernanda.diniz@embrapa.br.

Gerência de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café
Texto: Fernanda Diniz e Flávia Bessa
Fone: (61) 3448-1927

Colatinenses participam do Dia do Desafio nesta quinta-feira


As atividades vão se concentrar na Avenida Beira Rio em frente ao SESC de Colatina a partir das 6h30.
Esta é a quinta vez que o município participa do desafio.
 
Colatina participa nesta quarta-feira (30), do Dia do Desafio. Trata-se de uma campanha mundial de incentivo a prática regular de atividades físicas. Neste dia os moradores de várias cidades disputam uma competição com o objetivo de estimular hábitos saudáveis como a prática diária de esportes e exercícios físicos. Vence o desafio a cidade que conseguir mobilizar o maior número de pessoas.
 
Poderá ser realizado todo tipo de exercício como ginástica, danças, brincadeiras, corridas, caminhadas, natação, musculação, ginástica localizada, aeróbica e competição entre alunos. As ações são coordenadas pelo SESC com o apoio da Prefeitura, instituições, empresas, escolas, clubes e organizações públicas e empresas. Cada 15 minutos de exercício equivalem a um ponto. As atividades vão se concentrar na Avenida Beira Rio em frente ao SESC a partir das 6h30.
 
Esta é a quinta vez que Colatina participa do evento e nas vezes anteriores venceu as cidades de Escuintla (Guatemala) e San Juan Bautista (México) e perdeu para Guantánamo (Cuba) e San Francisco de Campeche (México). Agora a concorrente é a cidade de Araras do estado de São Paulo.
 
Informações pelo telefone 3721-0584.  
 
Texto: Alcenir Coutinho
Foto: PMC/Laércio Signorelli / Divulgação
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Prefeitura Municipal de Colatina
Secretaria Municipal de Comunicação Social
Av. Ângelo Giuberti, 343 – Esplanada – Tel.: 3177-7051
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A ÚLTIMA DE DELFIM NETTO



ECONOMISTAS SÃO EXÍMIOS CONTADORES DE HISTÓRIAS QUE, EM GERAL, NÃO CONTÉM UM SUBSTRATO EMPÍRICO REALMENTE SEGURO.
JORNAL VALOR ECONÔMICO 29-05-2012