sexta-feira, 17 de junho de 2016

Governo Temer suspende negociação com Europa para receber refugiados sírios.

                                             Quando eu pensei que o Presidente Interino, Michel Temer, havia chegado ao fundo do poço, quando com uma decisão de Governo mudou o voto favorável do Brasil na defesa da criação do Estado Palestino, estava enganado. Ação do ministro interino José Serra.
                                            Michel Temer filho de imigrantes libaneses, que aqui chegaram na década de 40, mais uma vez me envergonha como neto de libanês que ao Brasil chegou em 1883.
                                           Posso até acreditar que a decisão tomada pelo Ministro interino das Relações Exteriores, José Serra, foi uma traição a Temer - aliás, uma característica de Serra, que sabedor a origem libanesa do presidente interino, tomou a atitude para indispo-lo com a colônia árabe no Brasil e no Mundo.


         Governo Temer suspende negociação com Europa para receber refugiados sírios.


assim registrou hoje, 17 de junho de 2016 o site http://www.bbc.com/portuguese/brasil-36556393.

                                        É lamentável que uma pessoa cuja família foi recebida pelo Brasil tome uma decisão neste sentido. Se lá na década de 40 o Brasil tivesse agido como agiu o interino Michel Temer, ele certamente não teria aqui nascido. A mesma coisa teria acontecido comigo, meus irmãos, meus tios e tias e dezenas de sobrinhos/as e primos/as.
                                       Michel Temer está abandonando os seus irmãos de sangue árabe.
                                       Michel Temer está negando uma virtude dos árabes e seus descendentes, o acolhimento.
                                        Michel Temer está nos envergonhando pela covardia em não estender as mãos aos irmãos e irmãs vindos da Síria.
                                         Michel Temer não é mais merecedor do sinal que nós descendentes dos árabes costumamos nos tratar carinhosamente como BRIMO e BRIMA.
                                         

Michel Temer vai passar a ser merecedor de ser chamado de TRAIDOR.

Governo interino suspende negociações com UE para abrigar refugiados sírios

Plano de acolher 100 mil deslocados foi interrompido próximo à data que se comemora o Dia Mundial do Refugiado

Redação, 
Suspensão foi ordenada pelo novo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes / Marcelo Camargo/ Agência Brasil
O governo brasileiro suspendeu nesta semana as negociações com a União Europeia (UE) para receber as famílias deslocadas da guerra civil na Síria. Os acordos, iniciados na gestão do ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão, buscavam a obtenção de recursos internacionais para o acolhimento de cerca de 100 mil refugiados do conflito. Em março, Aragão visitou o embaixador da Alemanha para tratar dessa questão.
Segundo matéria divulgada pela BBC Brasil, a suspensão foi ordenada pelo novo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, e comunicada a assessores e diplomatas. De acordo com o portal, a decisão reflete uma nova postura, mais rígida, do governo interino em relação à entrada de estrangeiros no país. No governo Dilma, a conduta era oposta. Desde 2013, o ingresso de sírios no Brasil era facilitado e o processo de solicitação de refúgio era menos burocrático, permitindo a obtenção de um visto humanitário especial.
A iniciativa brasileira era considerada exemplar pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), em contraste com a atitude de várias nações, principalmente na União Europeia, que têm endurecido cada vez mais suas políticas migratórias desde que a crise humanitária aumentou drasticamente o número de deslocados.
Contexto
Segundo o relatório "Sistema de Refúgio Brasileiro - desafios e perspectivas" divulgado pelo Comitê Nacional para Refugiados (Conare) em maio deste ano, o país teve um aumento de 127% no número de refugiados desconhecidos desde 2010. Atualmente são 8.863 refugiados de 79 nacionalidades distintas. Os sírios representam a maior porcentagem, com 2.298 refugiados reconhecidos.
Nos países da União Europeia, o número de refugiados e imigrantes praticamente quadruplicou em relação ao ano anterior. O controle de fronteira para deter refugiados em nações como Grécia, Itália, Alemanha, Áustria, Bulgária e Hungria  tem se intensificado. Os dois últimos países chegaram inclusive a construir muros farpados e alegam estarem sobrecarregados. As ações têm sido justificadas como medidas de segurança nacional.
Paralelamente, relatos de xenofobia e violência contra imigrantes são cada vez mais comuns na Europa e partidos de extrema direita estão ganhando mais força na opinião popular.
Pelo menos 5 milhões de sírios já deixaram o país desde o início da guerra civil em 2011, a maioria deslocada para nações vizinhas. O deslocamento é entendido como a maior crise humanitária mundial dos últimos 70 anos e o maior fluxo migratório desde o fim da Segunda Guerra Mundial . Segundo a Organização Internacional para a Migração, ao menos 3.370 refugiados - muitos deles sírios - morreram afogados ao tentar chegar à Europa pelo Mediterrâneo, em 2015.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Governo interino de Temer revisa voto na ONU e fica contra a Palestina



Foto: AP
Bandeira da Palestina hasteada na sede da ONU pela primeira vez, em setembro de 2015Bandeira da Palestina hasteada na sede da ONU pela primeira vez, em setembro de 2015
À época foi debatido os direitos pelo patrimônio cultural nos territórios palestinos ocupados por Israel. O texto, que defendia a soberania do Estado Palestino, foi aprovado por 33 votos a favor (incluindo o do Brasil). Houve ainda dezessete abstenções e duas ausências. Além do Brasil, a França também mudou seu posicionamento recentemente.

Embora esta mudança não seja suficiente para mudar a decisão da ONU, a postura mostra a disposição de José Serra em dar um giro completo na política externa do Brasil. Se antes o país era peça importante na luta do governo palestino pela soberania, agora pode ser um empecilho.
 

Do Portal Vermelho, com Fepal

MICHEL TEMER, filho de imigrantes libaneses age contra ESTADO PALESTINO


MICHEL TEMER, filho de imigrantes libaneses age contra ESTADO PALESTINO. Uma vergonha e uma traição lamentável.
Temer age como agente do Mossad, o terrível serviço secreto do Estado Sionista de Israel.
O governo interino de Michel Temer, revisou o voto na ONU e ficou contra a Palestina. O Serra decidiu também mudar o voto brasileiro na 199a Sessão da UNESCO, e não apoiar mais o Estado da Palestina.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Novo alvo do MPF: os políticos donos da mídia

Provocados por organizações sociais, procuradores pedirão cancelamento de licenças de rádio e TV controladas por 40 senadores e deputados federais

por Intervozes — publicado 24/11/2015 09h47, última modificação 24/11/2015 09h53
Senadores
Barbalho, Lobão, Agripino, Collor e Aécio Neves são alguns dos senadores que têm empresas de mídia, algo proibido pela Constituição
Por Bia Barbosa*
Você pode até não saber que a prática é ilegal, tamanha sua frequência Brasil afora. Mas, segundo a Constituição Federal (art.54), políticos titulares de mandato eletivo não podem ser sócios ou associados de empresas concessionárias do serviço público de radiodifusão. Ou seja, políticos não podem ser donos de emissoras de rádio e TV.
A prática, porém, chega a fazer parte do imaginário da população brasileira, que se acostumou a ver “grandes nomes” da política local também como os proprietários dos meios de comunicação de massa de seus estados. Não à toa, os coronéis da mídia substituíram os antigos coronéis, e hoje dominam o espaço público da comunicação em todo o país.
Há muitos anos, organizações que defendem a democratização dos meios de comunicaçãoe o respeito à Constituição denunciam esta prática. Não só porque nossa lei maior já a proíbe, mas porque seus efeitos para a saúde da nossa democracia são óbvios:favorecimento político, interferência no debate de ideias, violação do direito de acesso à informação, maculação de eleições livres, entre tantos outros.
Afinal, a tentação de um político dono de uma emissora certamente passará por usar o veículo para atacar seus adversários e elogiar seus aliados (ou sua própria gestão). E aí quem perde somos todos nós.
A população sabe disso. Em pesquisa realizada em 2013 pelo Instituto Patrícia Galvão e pelo DataPopular, apesar de 35% acharem que a prática é permitida (como dissemos no início), 63% dos entrevistados se mostraram contrários à propriedade de meios por políticos. O mesmo estudo mostrou que 69% consideram que ser dono de TV ou rádio dá mais chances para que o candidato seja eleito. O estudo também revela que 44% da população não sabe que, para se ter uma emissora de rádio ou televisão, é necessária a autorização do Estado. 
Os números não espantam. Nem o Ministério das Comunicações, que é o responsável pela fiscalização do setor neste sentido, dá bola para o problema. Diz que a lei proíbe o controle e a gestão dos canais, mas não a propriedade. E assim o coronelismo eletrônico continua.
O Ministério Público Federal, entretanto, percebeu que já passou da hora de algo ser feito. Com a autorização do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, procuradores de São Paulo receberam na segunda-feira 23 uma representação, assinada por diversas entidades da sociedade civil, entre elas o Intervozes, pedindo o cancelamento das concessões, permissões e autorizações de radiodifusão outorgadas a pessoas jurídicas que possuam políticos titulares de mandato eletivo como sócios ou associados.
No total, 32 deputados federais e 8 senadores são denunciados. As entidades também pedem a responsabilização da União, via Ministério das Comunicações, pela falta de fiscalização do serviço público de radiodifusão.
Sarney Filho
Sarney Filho, deputado federal e filho do ex-presidente José Sarney, é um dos integrantes da lista do MPF
Elas lembram, no documento, que o próprio Supremo Tribunal Federal já se posicionou sobre o tema. Na Ação Penal 530, a ministra Rosa Weber afirmou, em seu voto, que, “a proibição específica de que parlamentares detenham o controle sobre empresas de (...) de radiodifusão” visou evitar o “risco de que o veículo de comunicação, ao invés de servir para o livre debate e informação, fosse utilizado apenas em benefício do parlamentar, deturpando a esfera do discurso público”.
Para a ministra do STF, “democracia não consiste apenas na submissão dos governantes a aprovação em sufrágios periódicos. Sem que haja liberdade de expressão e de crítica às políticas públicas, direito à informação e ampla possibilidade de debate de todos os temas relevantes para a formação da opinião pública, não há verdadeira democracia”. E “para garantir esse espaço livre para o debate público, não é suficiente coibir a censura, mas é necessário igualmente evitar distorções provenientes de indevido uso do poder econômico ou político”.
O Ministério Público Federal de São Paulo concorda com a tese. Tanto que já ingressou com ação pedindo o cancelamento das licenças sob controle de três deputados federais do estado: Antônio Bulhões (PRB); Baleia Rossi (PMDB) e Beto Mansur (PRB). A expectativa das organizações agora é que, sendo a representação distribuída aos procuradores dos demais estados, uma série de ações contra os políticos donos da mídia pipoque Brasil afora.
O combate aos coronéis da mídia, entretanto, não se limita a deputados federais e senadores. Ele deve chegar também a parlamentares e chefes dos executivos estaduais e municipais, assim como em parentes e laranjas. Apesar de ser um problema antigo, esta briga, portanto, está apenas começando.
Confira abaixo a relação dos 40 deputados federais e senadores sócios de empresas prestadoras de serviços de radiodifusão que aparecem no Sistema de Acompanhamento de Controle Societário – Siacco, da Anatel:
Deputados Federais
1. Adalberto Cavalcanti Rodrigues, PTB-PE
2. Afonso Antunes da Motta, PDT-RS
3. Aníbal Ferreira Gomes, PMDB-CE
4. Antônio Carlos Martins de Bulhões, PRB-SP
5. Átila Freitas Lira, PSB-PI
6. Bonifácio José Tamm de Andrada, PSDB-MG
7. Carlos Victor Guterres Mendes, PMB-MA
8. César Hanna Halum, PRB-TO
9. Damião Feliciano da Silva, PDT-PB
10. Dâmina de Carvalho Pereira, PMN-MG
11. Domingos Gomes de Aguiar Neto, PMB-CE
12. Elcione Therezinha Zahluth Barbalho, PMDB-PA
13. Fábio Salustino Mesquita de Faria, PSD-RN
14. Felipe Catalão Maia, DEM-RN
15. Felix de Almeida Mendonça Júnior, PDT-BA
16. Jaime Martins Filho, PSD-MG
17. João Henrique Holanda Caldas, PSB-AL
18. João Rodrigues, PSD-SC
19. Jorginho dos Santos Mello, PR-SC
20. José Alves Rocha, PR-BA
21. José Nunes Soares, PSD-BA
22. José Sarney Filho, PV-MA
23. Júlio César de Carvalho Lima, PSD-PI
24. Luiz Felipe Baleia Tenuto Rossi, PMDB-SP
25. Luiz Gionilson Pinheiro Borges, PMDB – AP
26. Luiz Gonzaga Patriota, PSB-PE
27. Magda Mofatto Hon, PR-GO
28. Paulo Roberto Gomes Mansur, PRB-SP
29. Ricardo José Magalhães Barros, PP-PR
30. Rodrigo Batista de Castro, PSDB-MG
31. Rubens Bueno, PPS-PR
32. Soraya Alencar dos Santos, PMDB-RJ
Senadores
33. Acir Marcos Gurgacz, PDT-RO
34. Aécio Neves da Cunha, PSDB-MG
35. Edison Lobão, PMDB-MA
36. Fernando Affonso Collor de Mello, PTB-AL
37. Jader Fontenelle Barbalho, PMDB-PA
38. José Agripino Maia, DEM-RN
39. Roberto Coelho Rocha, PSB-MA
40. Tasso Ribeiro Jereissati, PSDB-CE
* Bia Barbosa é jornalista, mestra em gestão e políticas públicas (FGV/SP) e integra a Coordenação Executiva do Intervozes e do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).

Veja a lista de todos os deputados que vão votar no processo de cassação de Cunha

Cunha deve ser absolvido hoje, com voto decisivo de Tia Eron


Abaixo você confere a lista dos deputados separados por bancadas. Dos 20 deputados votantes, 10 devem votar a favor de Cunha e 9 são voto certo contra Cunha. Os deputados com o nome emnegrito estão a favor de Cunha.

PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/PMN/PRP/ 
PSDC/PEN/PRTB

Alberto Filho PMDB/MA (dep.albertofilho@camara.leg.br)
André Fufuca PP/MA (dep.andrefufuca@camara.leg.br)
Marcos Rogério DEM/RO
Mauro Lopes PMDB/MG (dep.maurolopes@camara.leg.br)
Nelson Meurer PP/PR (dep.nelsonmeurer@camara.leg.br)
Paulo Azi DEM/BA
Sérgio Moraes PTB/RS (dep.sergiomoraes@camara.leg.br)
Tia Eron PRB/BA (dep.tiaeron@camara.leg.br)
Washington Reis PMDB/RJ (dep.washingtonreis@camara.leg.br)
Wladimir Costa SD/PA (dep.wladimircosta@camara.leg.br)


PT/PSD/PR/PROS/PCdoB

João Carlos Bacelar PR/BA (dep.joaocarlosbacelar@camara.leg.br)
José Carlos Araújo PR/BA (presidente do Conselho, só vota em caso de empate)
Laerte Bessa PR/DF (dep.laertebessa@camara.leg.br)
Leo de Brito PT/AC
Sandro Alex PSD/PR
Valmir Prascidelli PT/SP
Wellington Roberto PR/PB (dep.wellingtonroberto@camara.leg.br)
Zé Geraldo PT/PA


PSDB/PSB/PPS/PV

Betinho Gomes PSDB/PE (Gab. 269-III)
Júlio Delgado PSB/MG (Gab. 323-IV)
Nelson Marchezan Junior PSDB/RS (Gab. 250-IV)

segunda-feira, 6 de junho de 2016

REFORMA EM 16 ESCOLAS BENEFICIA 19 MIL ESTUDANTES NO MARANHÀO