segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Confira o ranking dos famosos que mais apareceram em comerciais de TV em 2014


hoje às 13h11
Fátima Bernardes é figura constante nos intervalos comerciais
Fátima Bernardes é figura constante nos intervalos comerciais
As celebridades continuam sendo o grande trunfo das empresas que querem divulgar a sua marca e aliar a imagem da mesma a um rosto famoso e prestigiado.
Segundo levantamento divulgado pelo “Controle da Concorrência”, a modelo Gisele Bündchen é a personalidade que mais apareceu em comerciais de TV até novembro, tendo surgido nas telinhas em 5.758 ocasiões.
Na segunda colocação do ranking está o atacante Neymar, seguido por Ronaldo, Rodrigo Faro, Vitor Belfort e Ivete Sangalo. O grande destaque do levantamento, porém, é Fátima Bernardes, que aparece na sétima colocação.
Ao contrário de seus ‘concorrentes’, que estrelam campanhas de diversas marcas, Fátima atua exclusivamente pela Seara e ainda assim atingiu o incrível número de 3.027 inserções na TV. O resultado torna-se ainda mais impressionante devido ao fato deste ser seu primeiro ano de campanhas publicitárias, já que, quando atuava como jornalista, era proibida pela Globo de associar sua imagem à de alguma marca.
Confira o ranking do acumulado de 2014 e o de novembro:
O "Top 10" do mercado publicitário é este
O “Top 10″ do mercado publicitário é este

Cai endividamento das famílias paulistanas, diz FecomercioSP


  • 01/12/2014 15h30
  • São Paulo
Elaine Patricia Cruz - Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro
A quantidade de famílias paulistanas endividadas caiu em novembro, na comparação com outubro, informou hoje (1º) a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Segundo a federação, a proporção de famílias com dívidas caiu 1,5 ponto percentual, alcançando 43,8% dos entrevistados na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor. Foi o resultado mais baixo desde fevereiro de 2012.
De acordo com a FecomercioSP, a queda do nível de endividamento das famílias está relacionada ao cenário que aponta baixo crescimento econômico, inflação e juros em alta e menor crescimento da renda do consumidor. Estes fatores, segundo a entidade, têm deixado o consumidor mais cauteloso.
Do total de famílias entrevistadas, 10,7% têm contas em atraso, nível mais baixo registrado desde fevereiro de 2012.  Entre elas, 3,5% acreditam que não terão condições de pagar total ou parcialmente suas contas no próximo mês.
O cartão de crédito ainda é o principal tipo de dívida, utilizado por 67% das famílias entrevistadas. Em seguida aparecem o financiamento de carro (21,2%), os carnês (16,8%), o financiamento da casa (13,9%), o crédito pessoal (12,1%) e o cheque especial (6,3%).

Dilma Rousseff anuncia Armando Monteiro para o Ministério do Desenvolvimento


  • 01/12/2014 15h36
  • Brasília
Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso
O senador Armando de Queiroz Monteiro Neto será o novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O nome do parlamentar do PTB de Pernambuco foi anunciado há pouco no Palácio do Planalto. Ele assumirá o lugar ocupado hoje por Mauro Borges.
Por meio de nota, a presidenta Dilma Rousseff agradeceu a dedicação e lealdade de Mauro Borges. Acrescentou que ele permanece no ministério até que seja concluída a transição e formação da nova equipe.
O novo ministro nasceu, em 1952, no Recife (PE), e descende de uma tradicional família de políticos pernambucanos. Seu pai, Armando Monteiro Filho, foi ministro da Agricultura de João Goulart. O avô, Agamenon Magalhães, foi governador de Pernambuco. Antes de entrar na política, exerceu atividades como administrador de empresas, industrial e advogado.
Armando Monteiro iniciou a vida política em 1990, como filiado do PSDB. Em 1997, deixou a legenda tucana e filiou-se ao PMDB, partido pelo qual conquistou, em 1998, o primeiro mandato de deputado federal. Em 2003, deixou o PMDB e vinculou-se ao PTB, reelegendo-se deputado federal em 2002 e em 2006. Em 2010, foi eleito senador pelo estado de Pernambuco, na chapa liderada pelo então candidato a governador Eduardo Campos. Em 2014, disputou o governo do estado, mas foi derrotado em  primeiro turno pelo candidato do PSB, Paulo Câmara. Ele também foi deputado estadual por três legislaturas.
Entre 2002 e 2010, o novo ministro presidiu a Confederação Nacional da Indústria (CNI). No mesmo período acumulou as presidências do Sesi e do Senai. Antes, chegou a dirigir o Conselho de Administração do Sebrae. Monteiro também foi presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco e do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Materiais Elétricos de Pernambuco. 

Como deputado e senador, Armando Monteiro atuou em defesa de temas como a geração de empregos, desenvolvimento econômico, inovação tecnológica e fortalecimento das micro e pequenas empresas. No Senado, Armando Monteiro integra as comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Assuntos Econômicos (CAE) e Educação, Cultura e Esporte (CE).

Memorial Chico Mendes vence edital para implantação de cisternas na região Norte

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28/11/2014 17:20
Tecnologia vai levar água potável a 2,8 mil famílias de áreas
 extrativistas em quatro estados
Brasília, 28 – O Memorial Chico Mendes é a Organização da Sociedade
 Civil de Interesse Público (Oscip) selecionada, por meio de edital de 
concurso de projeto, para a implantação dos modelos de tecnologia 
social de cisternas na região Norte.

A medida garantirá água potável a 2,8 mil famílias de baixa renda de 
reservas extrativistas de 14 municípios dos estados do Acre, Amapá, 
Amazônia e Pará em situação de extrema pobreza, que não disponham
 de acesso adequado à fonte de água potável e que estejam inscritas 
no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.

A assinatura do termo de parceria entre a União, por meio do Ministério 
do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), e o memorial 
deve ocorrer em dezembro de 2014. O aporte de recursos previsto 
no contrato é de R$ 35 milhões. A Oscip vencedora do edital terá 
que executar o projeto com base em duas modalidades de tecnologias
 sociais: o Sistema Pluvial Multiuso Autônomo e o Sistema Pluvial
 Multiuso Comunitário.

As áreas foram definidas a partir do diálogo com organizações 
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representativas dos povos da floresta, como o Conselho Nacional dos Extrativistas (CNS).


A ação faz parte do Plano Brasil Sem Miséria e do programa Água para Todos. 
No sistema Multiuso Autônomo, cada família poderá captar, armazenar e filtrar 
até seis mil litros de água da chuva. Já no Multiuso Comunitário, além das unidades
 domiciliares, também será instalado um módulo comunitário complementar de 
abastecimento com uma rede de distribuição, sendo acionado somente quando
 esgotar as reservas domiciliares.

Central de Atendimento do MDS:
0800-707-2003

Informações para a imprensa:
Ascom/MDS
(61) 2030-1021
www.mds.gov.br/saladeimprensa







“Eu me sinto uma milionária por toda nossa luta aqui”

Lindaci Cortes desistiu de ser diarista para se tornar agricultora familiar.
 Atualmente, ela e a família vendem mais de 30 alimentos para o Programa 
de Aquisição de Alimentos

Brasília, 28 – Lindaci Maria Cortes, 51 anos, se orgulha do que conquistou como 
agricultora familiar. Hoje, ela cultiva mais de 30 tipos de alimentos, mas nem sempre 
foi assim. A mudança de vida ocorreu em 2012 quando passou a vender sua produção 
para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), estratégia do Plano Brasil Sem 
Miséria que possibilita a superação da pobreza no campo com a inclusão de pequenos
 agricultores em uma rota produtiva.


Lindaci e o marido Raimundo Nonato de Souza, 42 anos, moram há nove anos no 
assentamento Chapadinha, no Distrito Federal, com mais três filhos e sete netos. 
Para ajudar nas despesas da casa, ela passou anos trabalhando como doméstica.
 A decisão de deixar de ser diarista e investir na plantação foi difícil, conta ela, mas 
acertada. “Quando participamos pela primeira vez do PAA, fechamos a nossa cota 
de R$ 4,5 mil em três entregas”, lembra.

A família também foi inscrita no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo 
Federal e passou a receber R$ 300 de benefício do Bolsa Família. “Eu me sinto uma 
pessoa milionária por toda nossa luta aqui. A gente quer comer uma coisa, mesmo 
com pouco, temos o dinheiro para comprar”, comemora.

Raimundo não esconde o sorriso quando compara as duas épocas. “A diferença é
 muito grande. Quando trabalhava assalariado num sítio aqui perto, eu não ganhava 
a quantia que recebo aqui”, diz o agricultor.

Com tantos avanços, a família já planeja diversificar a produção e comprar vacas
 leiteiras. Lindaci também sonha em comprar um carro. “Quero comprar uma condução
 para a gente. No final de semana, queremos visitar os parentes e não conseguimos
 ir por conta da distância”, completa.

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Rendimento do trabalho predomina em 81% dos municípios do Nordeste


28/11/2014 17:13
Segundo sistema de indicadores da OIT Brasil, maioria das 
pessoas beneficiadas pelos programas sociais na região trabalha

Brasília, 28 – O rendimento vindo do trabalho no Nordeste – região com 
maior volume de repasses do Bolsa Família – predomina em 81% dos 
municípios, o que evidencia que, mesmo em ocupações precárias e informais,
 a maioria das pessoas pobres beneficiadas pelo programa de transferência de 
renda trabalha. A informação foi constatada pelo Sistema de Indicadores 
Municipais de Trabalho Decente, desenvolvido pela Organização Internacional
 do Trabalho (OIT) no Brasil, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento
 Social e Combate à Fome (MDS) e o Instituto Brasileiro de Geografia e
 Estatística (IBGE). O sistema foi lançado nesta sexta-feira (28), em Brasília.

“O trabalho é um dos principais vínculos entre o desenvolvimento econômico
 e o social, já que representa um dos principais mecanismos pelos quais os seus
 benefícios podem efetivamente chegar às pessoas e, portanto, serem mais bem 
distribuídos”, ressaltou a diretora da OIT no Brasil, Laís Abramo, que disse ainda
 que a ferramenta possibilitará que o país pense numa melhor atuação para a 
erradicação do trabalho infantil e o combate à pobreza.
 

Para a secretária adjunta de Avaliação e Gestão da Informação do MDS,
 Paula Montagner, o sistema tem papel estratégico para a elaboração e
 implantação de políticas públicas, como o Plano Brasil Sem Miséria e o
 Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). 
“Essas informações vão refletir nos nossos números de pobreza. Quanto 
mais avançarmos no conhecimento das situações de acesso e de permanência 
no mercado de trabalho, menor será a nossa atuação como provedores
de benefícios.”

Baseado no Censo Demográfico de 2010 e em outras fontes de informações, 
sistema traz, em uma plataforma online, relatórios sobre cada um dos 5.565
 municípios brasileiros existentes à época, com um conjunto de dados distribuídos 
em dez áreas temáticas: oportunidades de emprego; rendimentos adequados e
 trabalho produtivo; jornada de trabalho decente; conciliação entre o trabalho,
vida pessoal e familiar; trabalho a ser abolido e estabilidade e segurança no
 trabalho; estabilidade e segurança no trabalho; igualdade de oportunidades
 e de tratamento no emprego; ambiente de trabalho seguro; seguridade social;
 e diálogo social e representação de trabalhadores e empregadores.

Informalidade – O novo sistema mostrou que 24 municípios abrigam 6,8 milhões 
de pessoas ocupadas em trabalhos informais – o que corresponde a 20,5% do
 total nacional (33,2 milhões). Além disso, foi constatado que o Nordeste 
abrigava a metade dos municípios com predomínio de informalidade no
 mercado de trabalho.

Também foi observado que a figura do Microempreendedor Individual 
(MEI) vem contribuindo significativa para a redução da informalidade 
em diversos municípios do país. Até o final de 2013, todos os municípios
 brasileiros já contavam com trabalhadoras e trabalhadores formalizados
na condição de MEI.

Conceito – O Trabalho Decente envolve a promoção de oportunidades para
 que homens e mulheres obtenham um trabalho produtivo e de qualidade, 
em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humanas. 
Segundo a OIT, o Trabalho Decente é o ponto de convergência de quatro 
objetivos estratégicos – respeito aos direitos no trabalho, promoção do 
emprego, extensão da proteção social e fortalecimento do diálogo social 
–, e condição fundamental para a superação da pobreza, a redução das
 desigualdades sociais, a garantia da governabilidade democrática e o
 desenvolvimento sustentável.

Portal – Semelhante ao Sistema de Indicadores da OIT, o portal Brasil Sem
 Miséria no Seu Município disponibiliza relatórios com dados atualizados 
periodicamente para cada um dos municípios brasileiros. Também fornece
 dicas para elaborar estratégias municipais de combate à miséria. 
Para acessar, clique aqui.

Central de Atendimento do MDS:
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Informações para a imprensa:
Ascom/MDS
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Expectativa de vida do brasileiro sobe para 74,9 anos


  • 01/12/2014 07h35
  • Rio de Janeiro
Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto
brasileiros já são mais de 202 milhões
População brasileira Marcelo Camargo/Agência Brasil
A expectativa de vida do brasileiro subiu para 74,9 anos, segundo cálculo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2013, a expectativa era 74,6 anos. A Tábua Completa da Mortalidade do IBGE foi publicada na edição de hoje (1º) do Diário Oficial da União.
A tabela mostra a expectativa de vida para todas as idades até os 80 anos. Uma criança de dez anos de idade, por exemplo, tem a expectativa de viver até os 76,3 anos. Um jovem de 18 anos deve viver, em média, até os 76,6 anos.
Uma pessoa de 40 anos tem a expectativa de vida de 78,5 anos. Aqueles que têm 80 anos ou mais têm expectativa média de viver mais 9,2 anos.