segunda-feira, 25 de março de 2013

Empresas divergem sobre a desoneração de salários Compartilhar:



Por Camilla Veras Mota | De São Paulo
As desonerações de folha de pagamentos, iniciadas em dezembro de 2011, têm sido avaliadas de maneiras diversas entre os mais de 40 setores beneficiados. Até companhias do mesmo ramo sofrem impactos diferentes, dependendo do faturamento, da maior ou menor automatização e do volume de mão de obra terceirizada. A desoneração substitui a contribuição patronal de 20% sobre a folha de salários pelo pagamento de 1% ou 2% sobre o faturamento. Em 2013, deve responder por uma renúncia fiscal do governo de R$ 12,83 bilhões.


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