
Adital
Argentina se somou desde o primeiro minuto de hoje a uma paralisação nacional de 24 horas convocada por setores sindicais dissidentes, e que o governo nacional julgou extorsiva e indevida.
A medida de força é realizada pelas alas da Confederação Geral do Trabalho (CGT) e a Central dos Trabalhadores Argentinos (CTA) onde lideram Hugo Moyano e Pablo Micheli, respectivamente, e conta com o apoio da parceira Federação Agrária Argentina.
Em um discurso pronunciado à noite, a presidenta Cristina Fernández convocou os trabalhadores a atuar com responsabilidade política e defender um modelo que – disse – permitir a criação de mais de cinco milhões de empregos em menos de uma década.
Por outro lado, e em declarações a uma emissora de televisão local, o ministro do Interior e Transporte, Florencio Randazzo, manifestou que a paralisação organizada por um setor do sindicalismo é uma medida extorsiva e indevida.
"Não se trata de uma paralisação a favor dos trabalhadores, como querem disfarçar. Segue contrariamente aos interesses dos trabalhadores, porque vai afetar milhares de pessoas que querem chegar ao trabalho”, assinalou Randazzo ao aludir aos anunciados bloqueios e buracos.
O Ministério do Trabalho, no entanto, indicou em um comunicado que se trata de "uma medida parcial” e solicitou aos participantes a não criar obstáculos aos trabalhadores que queiram realizar suas tarefas cotidianas.
Em um encontro ontem com correspondentes estrangeiros, o secretário geral da União Argentina de Trabalhadores Rurais e Estivadores, Gerónimo Venegas, previu um alto acatamento ao que definiu como uma paralisação nacional ativa.
Eu creio que haverá surpresas e muitos setores irão aderir, sustentou Venegas, que preferiu não fazer cálculos sobre o número de possíveis participantes na medida de força.
Segundo Venegas, são quatro as demandas fundamentais elaboradas pelos organizadores: Abono familiar para todos; eliminação do chamado imposto por ganância; 82% de salário vital e móvel para os aposentados e um saldo mínimo de 3.500 pesos mensais (em torno de 740 dólares).
Repórteres de imprensa anteciparam à noite que, entre outros, aderirão à paralisação trabalhadores portuários, da pesca, bancários, do ramo aeronáutico e de coleta de resíduos sólidos. Enquanto isso, foi assegurado que os ônibus e o trem subterrâneo (Subte) funcionarão normalmente.
Nesse sentido, o secretário geral da Associação Gremial de Trabalhadores do Subte e o Pemetro, Roberto Pianelli, ratificou ontem que os encarregados desses serviços não se unirão à paralisação, porque a medida tem uma conotação pública.
No protesto "se combinam uma série de ações que vêm levando adiante os setores que querem voltar ao passado, aos anos 90” declarou o metrodelegado.
A notícia é da Prensa Latina/ocs/mpm
A medida de força é realizada pelas alas da Confederação Geral do Trabalho (CGT) e a Central dos Trabalhadores Argentinos (CTA) onde lideram Hugo Moyano e Pablo Micheli, respectivamente, e conta com o apoio da parceira Federação Agrária Argentina.
Em um discurso pronunciado à noite, a presidenta Cristina Fernández convocou os trabalhadores a atuar com responsabilidade política e defender um modelo que – disse – permitir a criação de mais de cinco milhões de empregos em menos de uma década.
Por outro lado, e em declarações a uma emissora de televisão local, o ministro do Interior e Transporte, Florencio Randazzo, manifestou que a paralisação organizada por um setor do sindicalismo é uma medida extorsiva e indevida.
"Não se trata de uma paralisação a favor dos trabalhadores, como querem disfarçar. Segue contrariamente aos interesses dos trabalhadores, porque vai afetar milhares de pessoas que querem chegar ao trabalho”, assinalou Randazzo ao aludir aos anunciados bloqueios e buracos.
O Ministério do Trabalho, no entanto, indicou em um comunicado que se trata de "uma medida parcial” e solicitou aos participantes a não criar obstáculos aos trabalhadores que queiram realizar suas tarefas cotidianas.
Em um encontro ontem com correspondentes estrangeiros, o secretário geral da União Argentina de Trabalhadores Rurais e Estivadores, Gerónimo Venegas, previu um alto acatamento ao que definiu como uma paralisação nacional ativa.
Eu creio que haverá surpresas e muitos setores irão aderir, sustentou Venegas, que preferiu não fazer cálculos sobre o número de possíveis participantes na medida de força.
Segundo Venegas, são quatro as demandas fundamentais elaboradas pelos organizadores: Abono familiar para todos; eliminação do chamado imposto por ganância; 82% de salário vital e móvel para os aposentados e um saldo mínimo de 3.500 pesos mensais (em torno de 740 dólares).
Repórteres de imprensa anteciparam à noite que, entre outros, aderirão à paralisação trabalhadores portuários, da pesca, bancários, do ramo aeronáutico e de coleta de resíduos sólidos. Enquanto isso, foi assegurado que os ônibus e o trem subterrâneo (Subte) funcionarão normalmente.
Nesse sentido, o secretário geral da Associação Gremial de Trabalhadores do Subte e o Pemetro, Roberto Pianelli, ratificou ontem que os encarregados desses serviços não se unirão à paralisação, porque a medida tem uma conotação pública.
No protesto "se combinam uma série de ações que vêm levando adiante os setores que querem voltar ao passado, aos anos 90” declarou o metrodelegado.
A notícia é da Prensa Latina/ocs/mpm












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